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quarta-feira, 13 de maio de 2009

Peso da Régua - Douro - Portugal


Estação do C.P. da Régua.

Ponte ou monte de ferros?


Mas que postal tão belo seria este, se não fosse o total abandono desta obra de arte, mas é isto que temos. Que temos? Ou que queremos! Não, talvez será o que merecemos.

As pontes da Régua.




Reflexos das pontes da Régua no Douro.

Panorâmica da Régua.


A Régua vista por um canudo...

Nos trabalhos rurais do Douro.


Um agricultor nos trabalhos rurais no Douro, em Ervedosa do Douro - S. João da Pesqueira.

Vinha do Douro - Portugal.


Uma vinha em S. João da Pesqueira.

Vinha do Douro - Portugal.


As vinhas em patamares do Douro.

domingo, 10 de maio de 2009

Aldeias Vinhateiras do Douro



BARCOS - TABUAÇO - VISEU - PORTUGAL
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Demarca-se na paisagem pelo seu conjunto urbanístico, denotando-se, à primeira vista, que o núcleo primitivo organizou-se em redor da Igreja Matriz.
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São de destacar as várias edificações medievais, as imponentes habitações da época moderna e modestas casas de cariz vernacular, que se cruzam compondo uma malha urbana de elevado interesse, onde se destacam alguns edifícios de carácter e função mais erudita, como é exemplo a antiga sede de Colegiada que remonta aos séculos XVII e XVIII. A sua ocupação humana é bastante longínqua, comprovada pelos vestígios arqueológicos e múltiplas lendas que envolvem o monte Sabroso, onde se erguem vestígios de um castro que remonta aos finais da Idade do Bronze. Na Mata da Forca encontram-se vestígios da presença romana, nomeadamente nas ruínas ainda visíveis de um lagar escavado na rocha. Segundo a tradição local, o nome deste sítio deve-se à localização de uma antiga forca. Dignos de visita são o Santuário de Santa Maria do Sabroso e a actual Igreja Matriz, classificada como Monumento Nacional, que remonta ao século XII e possui um interior ricamente decorado com um tecto pintado representando cenas da vida de Cristo e um gracioso altar em talha dourada .É também de destacar o velho caminho da Via-sacra que termina junto à Capela de Santa Bárbara e ganha vida na Semana Santa com a presença de quadros vivos por toda a Aldeia, que contam a história dos últimos dias do Redentor.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Rabelo


O barco rabelo

O rabelo está estreitamente ligado à história do vinho do Porto. Até meados do século XX, ainda era utilizado para o transporte de cascos de vinho e, por vezes, de pessoas.
De fundo chato, boca aberta e com as tábuas do costado ligadas em trincado, a popa é mais alta que a proa para facilitar o manejo da espadela que serve de remo e de leme, governada pelo arrais ou feitor, que vai em cima de uma espécie de ponte - a apegada. Tem um único mastro onde arma uma grande vela redonda. As dimensões usuais dos rabelos situam-se entre os 19 e os 20 metros de comprimento, com 4,5 metros de boca.
Existem relatos de embarcações dedicadas ao transporte de pessoas e carga, no rio Douro, desde o século XIII. No entanto, é em 1792, que a Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto-Douro publica os alvarás ligados a esta embarcação. Ao longo da sua história, há o cuidado constante de legislar sobre a actividade dos rabelos: determina-se, por exemplo, limites de carga (extinguindo as maiores embarcações, com capacidade de cem pipas) e proíbe-se a navegação nocturna.
O rabelo conseguia percorrer em três dias os 150 quilómetros que separavam a Régua do Porto. O colorido sóbrio e pitoresco, os trajes dos seus marinheiros e a grandeza da paisagem, transformaram-no numa das embarcações típicas mais conhecidas em todo o mundo.

Lamego

Sé de Lamego

A Sé de Lamego, foi fundada em 1129. É uma catedral gótica, mantém a torre quadrada original, mas o resto da arquitectura reflecte as modificações feitas nos séculos XVI e XVIII, incluindo um claustro renascentista com uma dúzia de arcos bem proporcionados.